Mostrando postagens com marcador desrepresentações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desrepresentações. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Geração Y - por Yoani Sanchez de Havana, Cuba

http://www.desdecuba.com/generaciony_pt/
"Geração Y é um Blog inspirado por pessoas como eu, com nomes que começam ou contem um ípsilon. Nascidos em Cuba, nos anos 70s e 80s, marcados pelas escolas da paisagem rural, bonequinhos russos, emigração ilegal e frustração. Por isso, convidamos especialmente Yanisleidi, Yoandri, Yusimí, Yuniesky e outros que arrastam os seus ípsilons, para ler e escrever para mim."

terça-feira, 26 de maio de 2009

A preguiça nefasta

Hoje tive uma “folguinha” das tarefas “urgentes” de meu trabalho e em uma busca desesperada por leituras úteis aportei no texto de Márcia Tiburi sobre o tema preguiça (publiquei o texto na secção de artigos desse blog).

O texto chamou a minha atenção obviamente por que me veio bem a calhar: padeço de preguiça aguda. Mas, ao contrário dos quadrinhos com o maravilhoso personagem Garfield, tal “sentimento” está longe do ócio necessário, ou ainda inteligente do qual o gato faz apologia em contraposição ao lisonjeio do “amor ao trabalho”, ideologia bem sucedida do capitalismo.

A “minha preguiça”, ao contrário, não interfere deveras no trabalho (um pouco, talvez!). A preguiça de que ando a refletir é de outra ordem. Alastra-se por todos os demais campos de minha vida, fato que me levou a refletir (ou tentar!) sobre a questão, pois prevejo em suas conseqüências a mediocridade e a perversidade.

As raízes do mal que me acomete, parece ter tons mais macunaímicos do que garfieldianos. Alimenta-se de hábitos como a minha maravilhosa mania em delegar responsabilidades e a conseqüente acomodação a esse vício; no medo em frustrar expectativas alheias (querer ser/ parecer a todo instante coerente com as expectativas de outros) e, o pouco caso com as necessidades alheias (parece contraditório, mas ficará claro mais adiante).  Posso dizer que essas são apenas algumas pistas do que eu consegui colher ao longo de minhas reflexões (preguiçosas reflexões!!!). Sei que parece estranho essa associação entre preguiça e perversidade, mas tal relação é algo de que há muito desconfio. Deixarei mais claro com exemplo bem feio que há algum tempo constatei em minhas atitudes.

Eu tenho preguiça de ser mãe.  Não é algo bonito de se declarar, mas é preciso. Todos os finais de semana em que tenho de cuidar de Gabriel as minhas energias parecem se volatilizarem com o ar. Não é de hoje que vejo essa minha “preguiça” em relação ao meu filho. Por isso não baixo a guarda com relação a isso. Quer dizer: baixar, às vezes, eu baixo sim, mas tento estar sempre mais atenta. Porém penso que chegou o momento em que admitir tal horror seja o mais eficaz e produtivo.  Infelizmente, ou felizmente, não fui a única a notar o “defeito de caráter”. Minha melhor amiga (uma das, já que tenho duas melhores amigas) também percebeu e me apontou isso sem meias palavras. Não foi agora não. Faz tempo, ano passado. “Você está sendo negligente!”, disse ela. E doeu. Ainda mais porque tinha razão. Mas muita coisa se resolveu desde então.

Porém, vejo que essa negligencia foi em parte, canalizada a outro meio. Foi o que constatei ao ler o texto da Márcia Tiburi sobre a preguiça e um outro, Sem Limites. A autora aponta uma questão que, talvez, por ser tão cobrada com relação à imposição de limites ao meu filho, liga dois pontos de uma mesma questão: o exagero em frisar a necessidade de delimitação de limites a crianças e a preguiça. No texto, o que a autora aponta é a ligação entre a imposição excessiva de limites e a preguiça em educar crianças:

Para muitos basta dar “limites” para realizar uma boa educação. Como se a experiência do limite sozinha pudesse ser a salvação para alguém que se perdeu. Um não dito em tom solene aqui, ou acolá, e estaria feita a mágica. Sabemos que não funciona assim.     

Meu amor certo dia me disse: “Precisamos de espelhos”.  Nos últimos meses notei que trato Gabriel de maneira mais dura. Intuí de que devesse ser mais atenciosa também, pois achei que só poderia ser mais dura com ele se, proporcionalmente, o desse a recompensa em atenção. Mas em uma análise sincera tal recompensa não teve nada de proporcional. Daí ao me deparar com os textos de Márcia, a imagem no espelho não foi bonita. E isso teve a ver mais com a minha preocupação em impor os tais “limites” que tanto ouço todos buzinarem em minha orelha do que com o comportamento do meu pequeno. Obviamente que tal preocupação veio calhar direitinho com a minha PREGUIÇA. Calhou à preguiça, à covardia em impor LIMITES aos que buzinam “limite!”, à minha fraqueza. Ser forte com quem é fraco não tem nada de enobrecedor. É a inatividade em verniz de profunda atividade. É a PREGUIÇA em carapaça de RESPONSABILIDADE. Por fim, é covarde e perverso.  

Pois é... O jeito é continuar (clichê, eu sei!).  E sem esperanças em encontrar aquela moral da história no final do livro que tanto nos facilita a leitura. Olhar os espelhos que me cercam: sem preguiça! 

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Déjà vu?



*Hoje amanheceu nublado e fui até o aeroporto ver aviões decolando. Agora, ao entardecer, tenho sol nos cabelos e uma estúpida piedade daqueles que partiram cedo demais.

Chove lá fora e hoje poderia ser mais um daqueles dias chuvosos sem nenhuma grande importância. Mas a mim soou diferente...

Acordei ao milionésimo chamado do celular. Devo o ter colocado em opção soneca uma centena de vezes. Não lembro. Meu corpo já faz coisas por mim que às vezes me toma mesmo o leme das ações. As horas já se vestiam em seu costumeiro traje de atraso, mas as vértebras de minhas idéias ainda doíam do sono que exigia sua finalização. Talvez eu sonhe demais e por isso sinta tanto sono: sonhos gulosos que não se cansam de sonharem-se. Uma vitória: cheguei ao chuveiro e sem roupa ainda de olhos fechados. Ao voltar do banho, a mudança: num estalar do instante, meus sentimentos, embaralhados pelo sono interrompido, parece terem se perdido nos labirintos de minha memória e, confusos, retomaram o paladar de um mundo que já não é.

Por um balançar de realidade o cinza do dia, perdeu o lugar das horas.  Não sabia se era o entardecer, ou o amanhecer de horas antes, mesmo tendo conferido algumas vezes no celular. A iluminação do quarto, o cheiro das coisas. Sim, o mundo exala. Mesmo quando não mais percebemos. Há alguns anos atrás tive de fazer uma cirurgia e por complicações na recuperação me ausentei do CRUSP  por alguns meses a mais do que houvera previsto. Quando retornei da casa de minha mãe  ao meu apartamento na USP, a primeira coisa que reconheci ao abrir da porta foi o cheiro, o cheiro daquele lugar. À época do falecimento de meu pai, sentia seu cheiro em tudo. Como se não conseguisse descolar a apreensão do mundo ao gosto da perda daquela existência. Os talheres tinham seu cheiro. Até a água do chuveiro!  Por meses o quarto em que dormia me parecia infestado de sua presença. Ou de sua ausência...Ou de ambos...   

Assim, mesmo o mundo me pareceu transpirar em novo ritmo a partir de meu retorno ao quarto. Devo dizer que é realmente uma sensação que de tão estranha, descola-se de qualquer ensaio de real. A rememorização não de fatos passados, mas de sentimentos passados. Sentir o sentimento de dias que já se foram e que, embora tenham sidos meus, não mais me pertence. A estranha consciência de que mudei por uma súbita experimentação nostálgica de sentimentos e rotinas que já se foram. Acabei por vestir uma roupa que há muito não usava e em decorrência da chuva e do atraso, a me enfiar em táxi rumo a Berrine. Dentro do carro me lembrei de meu primeiro mês de trabalho na antiga empresa em que trabalhei, dias de chuva como o de hoje e em que costumava ir de táxi.

Uma pequena  pista finalmente!O paradeiro cronológico das  sensações retomadas. Hoje senti o mundo em duplicidade. Ao mesmo tempo sou a Yara de hoje e a nostalgia da Yara que já morreu, a Yara de cinco anos atrás.

Ontem, ao andar pelo shopping Eldorado, finalmente encontrei a lâmpada adequada à luminária de meu quarto. Faz uns cinco anos que a tenho. Mas há uns dois anos a sua lâmpada queimou e eu segui em deixar a troca deste item para depois. Para depois... Sempre para depois.

Talvez tenha sido a luminária. Talvez tenha sido a chuva. Talvez tenha sido o sono. Ou o entrelaçamento desses três.

Quem sabe um déjà vu anômalo, nostálgico? Às vezes desconfio de que o normal não me pertence...rsrsrs!    

Excerto retirado do blog Análise Publica: frase do dia. http://analisepublica.blogspot.com/2006/05/frase-do-dia_25.html    

Fonte da imagem: http://diarionaooficial.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

Musica inspiradora (o que ouvia enquanto escrevia todos esses disparates):

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A outra metade de meus textos...continuação

A cada dia que passa, reforça-me mais a idéia de que somos seres delineados por uma imanente contradição. É o melhor e o pior de nós. Alguns passam a vida a investigar suas contradições e a verossimilhanças de suas idéias. Outros a querer impô-las aos demais. Talvez, na realidade, sejamos um misto de ambos.

Como a proposta deste espaço é o desossar de minha hipocrisia, penso em, na medida do possível, expor minhas contradições ao impulso de impô-las.

A primeira e não recente conclusão é a que defendi acima: ser contraditória é o melhor e o pior de mim. O pior, na medida em que expõe a demagogia e a fragilidade de meus argumentos, de minhas idéias e a mesquinhez de meus sentimentos. O melhor, pois graças a essa característica tenho a facilidade em abandonar idéias apaixonadas e mentirosas, idéias e sentimentos preconceituosos e discriminadores, em mover as categorias e os quadros nas paredes que sustentam os meus pensamentozinhos. Mas mover as idéias, mover as ações e mover os sentimentos são três ações distintas, embora entrelaçadas. Pois não temos acesso a fatos, mas apenas a pontos de vista. Ações distintas... Com um mesmo alvo. A demagogia, óbvio, emerge da contradição das direções entre elas. Dificulta ainda a liquidez de minhas certezas e os malditos paradoxos, os quais nem sempre estou atenta.

Estes dias, a navegar entre meus blogs prediletos, me vi diante de uma das frases de Clarice Lispector a qual não tenho mais acesso na integra, mas da qual me ficou “a moral da história”. Clarice coloca que escrever não é apenas um ato de reflexão sobre o mundo, mas condição mesma para se pensar. A autora diz só conseguir se pensar no ato da escrita. Nisto, talvez eu seja como ela. Daí eu temer o silêncio. O silencio das idéias... Obviamente, não há grandeza proporcional entre o resultado do ato de escrita de Clarice e o meu. Mas creio ser preciso amar a vida, mesmo que seja a minha. Ando alienando-me de mim. O problema disso, antes que se levante a bandeira de humildade, é que nisso me desapego do mundo. O resultado parece ser um enorme sentimento de tédio. Como se na luta diária entre a passividade de meu temperamento e a rebeldia de minhas idéias, a contradição ficasse um fardo cada vez maior a carregar. Aliás, eis uma contradição que não consigo resolver: a demagogia de meus atos e o medo das minhas palavras. Como amar a vida se já não me satisfaço com a que tenho? “Mesmo que seja a minha”... Amar a vida porque ela é minha. É a responsabilidade da vida o que parece  que me escapar às mãos.

Por estes dias decidi que para continuar a pensar-me com mais sinceridade  fechar alguns de meus (futuros) posts. Medo. Sim, um medo que não consigo vencer. Não tenho acesso a quem lê este espaço. Não há medidores de audiência no blog. Assim,  mantenho o compromisso de sinceridade e aviso que coloco  alguns conteúdos para balanço. Contraditório? Lógico!...rsrsrs!

 

Fonte da imagem: http://lordevelho.blogspot.com/2008/07/partes.html 

quarta-feira, 25 de março de 2009

Respostas copiadas

Na ausencia completa de criatividade, o mundo me pensa com minhas palavras mesmo sendo de outros...O grifo é meu. A não minha resposta , mas ainda sim minha.

situacional

- onde estás?
- aí.
- como estás?
- bem, aqui;
- como te sentes?
- preso entre o que não sei, o que sei que não tenho e o que não sou.
- o que posso dizer? ou fazer?
- emenda-te, que eu, já não tenho espaço nem tempo, se não para ser o que sou.

Texto chupinado do blog: http://tempusatempus.blogs.sapo.pt/

quarta-feira, 4 de março de 2009

As meias palavras e as meias verdades

Olá querido e abandonado diário, quanto tempo!

E é sempre assim, não é mesmo?! Todas as vezes que minhas idéias freiam, é a este tom e à cumplicidade do diálogo o que me resta das migalhas de minha criatividade. Em alguns textos atrás, me reportei como causa de minha inatividade, a uma possível preguiça das idéias. Mas passados alguns meses, desconfio de que após o período de “preguiça”, o que me sucede, além do caráter de urgência de meu dia-a-dia, é a perversa e erronia sensação de estanque das idéias. A melancolia da curiosidade.

Não me considero completa. Não é necessário descabelar-se quanto a esse possível erro de minha parte. Não parei os meus questionamentos por considerar-me com conhecimento suficiente para não mais ter o que questionar. O que cresce em mim é um sentimento de outra ordem: o de que não tenho mais nada a dizer. Acabou. Secou a fonte. Sequei.     

Na semana que antecedeu ao carnaval, houve a semana de recepção aos calouros na USP. E ao ver todos aqueles jovens, de rosto pintado e a minha consciência da brancura daqueles futuros, futuros tão livres, não pude conter o enorme sentimento de nostalgia de quando também fui caloura, de quando ainda era “bichete”. Eu tinha o futuro em minhas mãos e ele parecia algo misterioso e maravilhoso. Eu passaria a morar sozinha, em moradia estudantil, na melhor Universidade do país, fazendo o curso que eu escolhi. Eu não iria ter muito dinheiro para as despesas, mas ganharia o suficiente para pagar os gastos com o material da faculdade, com a alimentação e ainda sobrariam uns trocados para passear pelo centro e para pegar uns livros nos sebos da vida. Eu poderia sair a qualquer hora, para onde eu quisesse, e se eu juntasse uma grana, poderia fazer algumas viagens nas férias, à alguma cidade não muito distante. Eu poderia... Às vezes é difícil escapar da frustração em não me enquadrar naquilo que gostaria ter sido e que não fui.

As coisas nestes últimos tempos têm me parecido mais difíceis do que de costume, quase inatingíveis. Por esses dias recebi um e-mail de minha orientadora esclarecendo que avaliará se realmente abrirá uma vaga de mestrado, etc. Eu fiquei meio decepcionada (não, esse não é o único motivo de meu mutismo!), mas ao avaliar bem o comportamento que tive diante dela e o conteúdo de meu projeto, vejo que foi muito educada frente ao caráter do que a ela apresentei: mediano, medíocre. Pois é... Mas o que fazer com as idéias medianas? As minhas ando a deixar todas pela metade. Textos pela metade, projetos pela metade, faculdade pela metade, vontades pela metade.

Esse ano farei 25 anos. A idade que sempre quis ter. Isso por que acreditava que com vinte e cinco anos não haveria ninguém a questionar a “adulteza” de minhas atitudes. Mas vejo que eu estava equivocada. O que eu teimo em ignorar é que quem emprega credibilidade às minhas atitudes sou eu. Porém, acostumada a entregar a finalização de meus projetos a terceiros, realmente ficou difícil a essa altura do campeonato querer voltar ao comando do barco; preguiçoso trabalha dobrado, já diz um certeiro ditado. É óbvio que devo ser sincera e reconhecer o bocado de demagogia que existe na imagem que projeto de mim e dos papéis a que me submeto. Aos silêncios passivos aos quais eu até me felicito em tantas situações onde o direito da palavra era meu.

Por esses dias, me peguei a questionar a minha condição de mãe colocando-a na lista de meus obstáculos. Não que seja inquestionável, mas mais uma vez me vi na frustração em não ser o que os outros gostariam que eu fosse. Não sonhei ser mãe. Preciso ser sincera. Nem sempre tenho paciência. É difícil, é cansativo e às vezes é mesmo muito chato.  Mas daí me envergonhar em ocupar esse papel há uma grande distancia, né? Tive vergonha de ter ingressado à universidade aos 17 anos de idade e ter chegado aos 24 ainda não ter completado o meu curso, não ter adquirido nenhum objeto de valor, não trabalhar no que eu gosto e nem sequer conseguir escrever um maldito projeto de mestrado de 20 páginas. Tive vergonha de ter que mendigar uma vaga no CRUSP à universidade. Mas o que eu liguei sem rodeios a tudo isso, sem o menor pestanejar foi o fato de eu ter me envergonhado de tudo isso e mais a vergonha de já estar com um filho nos braços. Como se todas as atitudes acomodadas que venho mantendo seja conseqüência direta de sua existência! Se tudo é realmente mais difícil com ele, pior ainda comigo.  

E de novo, o retorno ao zero! Às pequenas e nefastas acomodações de cada dia. Agora, sem a criatividade em meu auxilio. Enfim, mais um texto pela metade (só que desta vez, publicado).

 

Imagem: quadro de Salvador Dali, The Persistence of Memory

terça-feira, 25 de novembro de 2008

(Sex)agenária!

Nesse final de semana, enquanto zapiava a televisão a procura de uma groselha que servisse de fundo para minha conversa com uma amiga, deixei em um desses programas de fofoca sobre famosos – Amaury Junior (do útil ao fútil, nunca inútil!) – e passava uma reportagem sobre um ensaio fotográfico feito pela Vera Barreto Leite para a revista TRIP. Na matéria, a ex modelo da Chanel relatou sobre a produção do ensaio para a revista, sobre sua carreira no teatro e comentou a indignação que a produção gerou em muitas pessoas (Admiração também. Lógico!). Assim que vi o ensaio, prometi a mim que compraria a revista para publicar as fotos aqui. Mas, graças ao pai dos pobres, a internet, não precisei esperar até o fim da semana. 

O engraçado é que ao colocar as palavras chave para a busca, apareceram diversos blogs metendo o pau no ensaio feito pela Vera. Coisas do tipo: “Como a TRIP pôde cair tanto em sua qualidade!” “Como existe gente sem ter o que fazer!” – não sei se esse comentário faz referência ao jornalista que fez a matéria, ou à Vera – e assim por diante. Comentários de ridicularização. Mas o riso carrega em si pelo menos duas facetas: ou revela o preconceito que carrega, ou o denuncia.

O título desse post foi um trocadilho feito pelo apresenador do programa durante a entrevista.


Imagens Revista TRIP